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Joaquim Jorge , fundador do CdP convidou o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa para estar presente dia 15 de Dezembro, segunda-feira , pelas 21h30, no Hotel Holiday Inn Gaia-Porto.
O debate terá como tema a situação política.

O CdP encerra deste modo os debates em 2014. Ao longo do ano estiveram presentes:Teixeira dos Santos, ex-ministro das Finanças do governo de  José Sócrates; Carlos Barbosa, presidente do ACP; Arménio Carlos, líder da CGTP; António Capucho, ex- PSD;  Henrique Neto, empresário e ex-deputado do PS; Marcelo Rebelo de Sousa ex-líder do PSD; Ribeiro e Castro ex-líder do CDS; Ana Drago e Daniel Oliveira do Fórum Manifesto; Manuel Pizarro e José Maria Costa do PS.
 
Jerónimo de Sousa volta ao CdP depois de ter estado presente em 2011, em que houve uma ameaça de bomba ( já houve vários incidentes, para além de Miguel Relvas interrompido pela Grândola). A sala do debate teve que ser evacuada para a policia detectar algum engenho. Porém foi um alarme falso e o debate decorreu normalmente. ( ver imagens em anexo)

Jerónimo de Sousa, deputado em várias legislaturas anteriores,recentemente fez 10 anos como Secretário-Geral do PCP. O PCP sempre teve no seu código genético a defesa da sociedade do bem-estar, da saúde, da educação e das pensões de reforma.

Depois de António Costa no Congresso do PS acusar a esquerda portuguesa que prefere o mais confortável: fazer parte do  protesto, em vez de fazer parte da solução associando-se ao PS.
O PCP pela voz de Jerónimo de Sousa mostrou disponibilidade para  eventuais alianças com o PS se ganhar as eleições legislativas de 2015, desde que defina claramente as suas políticas. Mostrou-se de uma forma clara aberto ao diálogo e à convergência.

O PCP tem tido resultados muito satisfatórios: nas eleições legislativas  com 7,90% elegeu 16 deputados, nas autárquicas de 2013 subiu para 11,06%. Nas sondagens anda sempre com um valor próximo doa 10%. Para quem augurava um PCP a desaparecer lentamente e residual , continua a ser o maior partido à esquerda do PS e a ter em conta num possível governo de esquerda.

Há um avassalador desencanto com a política que se pratica e com os inúmeros casos de corrupção. Há uma ilusão que este é o caminho dos cortes cegos e não há outro caminho. Está na hora da oposição criar um discurso alternativo e apresentar outro caminho e outra saída para esta austeridade férrea.

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