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O Clube dos Pensadores (CdP) vai realizar o seu segundo debate depois das férias grandes. Joaquim Jorge convidou Pedro Abrunhosa, Manuel Serrão e Juca Magalhães para estarem presentes dia 13 de Novembro (terça-feira), pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia.

O tema escolhido: o Norte e Porto, a sua afirmação e potencialidades nas diversas áreas: música, desporto, televisão, entre outras.

Devemos continuar com as nossas lamúrias e queixume em relação a Lisboa e o Poder Central ou reivindicar um estatuto de igualdade perante Lisboa?

Devemos deixar de falar de Lisboa não lhe dando importância excessiva, porventura, fazer como Barcelona que não fala de Madrid, afirma-se e segue o seu caminho ignorando a capital de Espanha. Temos que deixar de viver o estigma de ser a 2.ª cidade do país, se não houver outra maneira, um dia teremos que nos tornar independentes.

Porto é uma cidade com uma identidade muito própria, os portuenses são gente com personalidade, mau feitio e com vontade inquebrantável que têm figuras ímpares como um cientista de renome mundial Sobrinho Simões, dois arquitectos  Álvaro Siza e Souto Moura, premiados com  Pritzker, era portuense umas das maiores violoncelistas do Mundo - Guilhermina Suggia, tivemos um dos mais conceituados cineastas do Mundo - Manoel de Oliveira e temos o presidente do clube desportivo com mais títulos no Mundo - Pinto da Costa!

O Norte precisa de uma verdadeira descentralização e numa 2.ªfase a almejada regionalização, em que não haja duplicação de poderes e isso não fique mais caro ao erário público. Está prevista a regionalização em Portugal Continental, na Constituição da República Portuguesa, desde 1976, após a revolução de 25 de Abril de 1974, porém, esta reforma tem vindo a ser sucessivamente adiada, pelos vários governos ao longo dos anos. Duas propostas foram apresentadas aos eleitores portugueses: a primeira sobre se se deveriam implementar a regionalização em Portugal; a segunda, sobre se caso fosse aprovada a regionalização, se concordavam com a região em que votavam. Ambas as propostas foram rejeitadas por larga margem.

Mesmo assim em Portugal há um forte sentimento regionalista, principalmente do Norte e da cidade do Porto que se sentem discriminados em relação à região de Lisboa. Isto porque temos verificado que os governos centrais têm desinvestido nas várias regiões do país e canalizado os recursos para a zona de Lisboa.

Os portugueses podem ser chamados a pronunciar-se directamente, a título vinculativo, através de referendo, por decisão do Presidente da República, mediante proposta da Assembleia da República ou do Governo. Está na hora de apresentar um novo referendo com a proposta de 5 regiões: Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.

O CdP, neste ciclo de debates, já teve presente: Mário Nogueira, líder da Fenprof; António Saraiva, líder da CIP; Pedro Duarte, do PSD; Paula Teixeira da Cruz, ex-ministra da Justiça; Jaime Nogueira Pinto, politólogo; José Ramos-Horta, prémio Nobel da Paz; António Capucho, ex-PSD; Mariana Mortágua, deputada do BE.

 

 Joaquim Jorge

 

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O Clube dos Pensadores (CdP) vai realizar o primeiro debate depois das férias grandes. Joaquim Jorge convidou Mariana Mortágua para estar presente dia 17 de Setembro (segunda-feira),  pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia.

 

O tema andará à volta da politica nacional e política económica do governo.

 

Mariana Mortágua é economista e deputada do BE, apesar do BE fazer parte da coligação do governo não se coíbe de criticar quer Mário Centeno quer António Costa. Em recente entrevista ao Expresso considera Centeno uma força de bloqueio a mais avanços do Governo. 

 

Mariana Mortágua  tem feito várias propostas com o BE: 

 

1- A redução das contribuições para a ADSE, o que teria um efeito para todos os funcionários públicos. Actualmente os funcionários públicos e pensionistas descontam do seu ordenado ou pensão 3,5%.

2 -A eliminação total do factor de sustentabilidade das pensões (14,5%).  Em 2018 aplica-se um corte de 14,5%, para dar um exemplo, uma reforma de 1.000 euros perde cerca de 145 euros.

         O objectivo é premiar quem tem longas carreiras contributivas em que pessoas que tenham 60 anos e 40 anos de descontos se possam reformar sem penalização. Essa eliminação pode ser faseada. 

3 - O aumento extraordinário das pensões, em que essa subida se concretize já a partir de Janeiro e não somente em Agosto como aconteceu até aqui na legislatura.

  Actualização das pensões que decorre da lei que faz com que exista um aumento à taxa de inflação ou, se o crescimento económico for superior ou estiver entre 2% e 3%.

 4 - A descida do IVA no gás e na electricidade

 

O BE assume, pela primeira vez,  a ambição de integrar um futuro executivo em coligação com o PS , depois das eleições legislativas de 2019. O BE desce ligeiramente nas intenções de voto na primeira sondagem após as férias, será um bom momento para Mariana Mortágua, uma estrela ascendente no BE, reafirmar as suas propostas conhecidas e outras que estão em negociação com o governo como evitar a exclusão dos precários.

 

O CdP tem uma boa relação com o BE , já recebeu Francisco Louçã, João Semedo, Marisa Matias, Catarina Martins, e agora,  Mariana Mortágua.

 

O CdP, neste ciclo de debates, já teve presente: Mário Nogueira, líder da Fenprof; António Saraiva, líder da CIP; Pedro Duarte, do PSD; Paula Teixeira da Cruz, ex-ministra da Justiça; Jaime Nogueira Pinto, politólogo;  José Ramos-Horta, prémio Nobel da Paz; António Capucho, ex-PSD.

 

Joaquim Jorge

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O Clube dos Pensadores (CdP) vai realizar o seu último debate antes das férias de Verão, encerrando assim o ciclo de debates. Joaquim Jorge convidou Fernando Nobre para estar presente dia 11 de Junho (segunda-feira),  pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia. Em Setembro o CdP inicia  o novo ciclo de debates com a presença de Miguel Relvas.

 

O tema andará à volta da politica nacional, internacional e a AMI.

 

Fernando Nobre médico- cirurgião é o fundador e presidente  da  AMI - Fundação de Assistência Médica Internacional - uma ONG portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins lucrativos.

 

Fernando Nobre, já esteve no clube quando foi candidato a  Presidente da República nas eleições que se realizaram em 2011. O Clube está numa fase de  voltar a ter convidados anteriormente presentes no CdP.

 

Apesar da sua passagem pela política não ter sido muito feliz . Nas eleições presidenciais obteve um honroso 3.ºlugar com um score perto dos 15% e à volta de 600.000 votos . Fernando Nobre encabeçou a lista do PSD ao Parlamento pelo círculo de LIsboa, a convite de Pedro Passos Coelho, mas depois, não conseguiu ser eleito presidente da Assembleia da República renunciando ao mandato.

 

Todavia a sua passagem efémera pela política em nada beliscou ser um "homem de grandes causas", alguém que tem legitimidade para falar em nome da cidadania, e que tem uma  longa vida de intervenção cívica.

 

O CdP  neste ciclo de debates recebeu Mário Nogueira, líder da Fenprof, António Saraiva, líder da CIP , Pedro Duarte, do PSD, Paula Teixeira da Cruz, ex-ministra da Justiça; Jaime Nogueira Pinto, politólogo,  José Ramos-Horta, prémio Nobel da Paz e António Capucho, ex-PSD.


Joaquim Jorge

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COMUNICADO

21.05.18



 

Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores, foi alvo de queixa-crime pelo 

presidente da CM Gaia - processo não chegou a ir a julgamento.

 


O Presidente da CM Gaia considerou que algumas afirmações e comentários que fiz acerca da sua actuação e da CM Gaia constituíam dois crimes de publicidade e calúnia agravada e dois crimes de ofensa a organismo, ou pessoa colectiva.

O Ministério Público abriu inquérito e entendeu que eu tinha cometido esses crimes e deduziu a acusação.

Eu não concordei e com os meus advogados exerci o meu direito de requerer a abertura da instrução, cuja finalidade é um juiz poder analisar os meus argumentos, bem como aquilo que o MP defende na acusação e decidir se o processo deve ou não ser submetido a um julgamento.

O tribunal de instrução criminal do Porto foi sensível à minha defesa e concordou que não tinha praticado os crimes que me imputaram, tendo decidido que o processo não deveria continuar tendo proferido despacho de não pronúncia.

O MP e o presidente da Câmara não concordaram com esta decisão instrutória e recorreram para o Tribunal da Relação do Porto.

Em conformidade, com os meus advogados, voltei a manter o que já tinha dito em termos de defesa, e o Tribunal da Relação do Porto, entendeu, igualmente, que o processo não deveria ser levado a julgamento, uma vez que também achou que aquilo que disse não era ofensivo e cabia dentro da esfera da liberdade de expressão.

A liberdade de expressão é um valor inalienável da democracia. Este epílogo é uma boa noticia para quem perfilha a verdadeira liberdade de expressão.

Informei, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa do desfecho deste acontecimento, como garante do cumprimento da Constituição Portuguesa –o direito à liberdade de expressão- .

Artigo 37.º

Liberdade de expressão e informação

  1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
  2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.
  3. As infrações cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respetivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.
  4. A todas as pessoas, singulares ou coletivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de retificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos.

 

Um agradecimento à Paula Teixeira da Cruz, ex-Ministra da Justiça que se prontificou a ser minha testemunha, assim como Paulo Morais, ex-candidato a Presidente da República e das cidadãs Cláudia Bernardo e Alcina Silva.

Lamento que tenha sido gasto dinheiro dos contribuintes em todo este processo, poderia ser utilizado em algo mais importante e necessário.

Os autarcas beneficiam de apoio nos processos judiciais que tenham como causa o exercício das respectivas funções.

Por fim, estranho que toda a oposição em Gaia, desde o CDS, PSD, PCP e BE, não tivessem tomado uma posição em defesa da liberdade de expressão em todo este processo.

 

Joaquim Jorge
Biólogo, fundador do Clube dos Pensadores

 

 

 


Processo em retrospectiva:

 

Enquanto cidadão e fundador do Clube dos Pensadores, fui convocado para comparecer no dia 21 de Junho de 2016, no Tribunal de Gaia, na qualidade de denunciado.

Fui alvo de uma denúncia crime por alegada difamação, apresentada pelo presidente da CM VN Gaia, em virtude de um texto postado no blogue do Clube dos Pensadores no dia 2/09/2015 ( http://clubedospensadores.blogspot.pt/2015/09/joaquim-jorge-perseguido-por-expressar.html ),outro no meu FB pessoal. (https://www.facebook.com/joaquim.jorge.CdP/posts/10207612857620115), e outro ainda, postado no blogue clube dos Pensadores, no dia 4/11/2015 http://clubedospensadores.blogspot.pt/2015/11/liberdade-de-expressao-em-gaia.html.

Os factos aí referidos foram-me transmitidos por uma pessoa que, até prova em contrário, reputo de idónea, credível e merecedora da minha confiança.

O que me foi transmitido feriu a minha dignidade pessoal e profissional e, foi nessas circunstâncias, de boa-fé e crente na veracidade daquilo que me tinha sido transmitido que tomei a resolução de escrever os textos em causa.

Fi-lo, em defesa da minha honra, bem como, no exercício de um direito: preservar a minha liberdade de expressão.

Sem embargo de, há muito tempo haver indícios que o presidente da CM Gaia tem dificuldades em conviver salutarmente com os seus críticos, não esperava que tais escritos, tivessem merecido a sua atenção e preocupação.

Com o devido respeito, por melhor opinião, entendo que o dever de um presidente de Câmara, é resolver os problemas dos cidadãos do município que governa, não valorizando minudências e querelas estéreis.

Sem ironia, esperava que o presidente da CM Gaia, entendesse as críticas que lhe foram endereçadas, como algo com o qual quem está no exercício de cargos públicos, tem de conviver, as tivesse encarado como uma manifestação de liberdade de expressão, e as escutasse sem ressentimentos.

Aquilo que sempre motivou o meu percurso de vida e intervenção cívica, foi a defesa do livre pensamento, do debate de ideias, do interesse público, mesmo à revelia das amarras instituídas pelos areópagos dos aparelhos partidários, de que muitos necessitam para se alcandorarem a cargos e honrarias efémeras.

Exemplo paradigmático do que afirmo, radica no facto de ter sido fundador do Clube dos Pensadores. Fruto da minha intervenção cívica, no tempo do antecessor  presidente da CM Gaia, Luís Filipe Menezes, fui agraciado com uma medalha de mérito cívico pelo desempenho do Clube dos Pensadores, nos 25 anos do Município de Gaia, pela acção de cidadania e livre debates de ideias

Agora, quis crer que por coincidência, o presidente da CM Gaia, entendeu galardoar-me com um processo-crime por alegada difamação!

Porventura ao contrário de outros, confio e respeito os Tribunais, e como não acredito no delito de opinião, jamais os utilizarei como arma de arremesso político, com o intuito de silenciar vozes incómodas.

Aliás, é por acreditar na Justiça, que tenho de afirmar com convicção e sem tibiezas: os que defendem uma Justiça onde apenas se buscam culpados, quiçá para justificar insucessos e desventuras, não acreditam na essência da democracia e da liberdade, nem no direito à indignação.

Ao longo da minha vida sempre pautei os meus actos de intervenção cívica pela frontalidade e defesa dos ideais que pugno. Mas isso nunca me impediu de conviver, sadiamente, com todos aqueles que têm outra visão da política, da cidadania e até da liberdade.

Por isso, não posso aceitar que, quem quer que seja, por maior respeito que me mereça, possa querer, de alguma forma, cercear a liberdade de exprimir as minhas ideias e convicções.

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Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores (CdP), convidou António Capucho, co- fundador do PSD, para estar presente como convidado de honra, no dia 14 de Maio, segunda-feira, pelas 21:30, no Hotel Holiday Inn em Gaia.

 

António Capucho, já esteve no CdP na era Passos Coelho, volta agora na era Rui Rio.

 

O debate, que será moderado por Joaquim Jorge, com tema livre incidirá em tudo: em António Capucho; no PSD; liderança de Rui Rio; no 25 de Abril; no funcionamento dos partidos; no panorama da política nacional. 

 

António Capucho, destacado militante do PSD, foi expulso do partido, ao fim de mais de 40 anos de militância, partido que ajudou a fundar juntamente com Francisco Sá Carneiro, por integrar e apoiar uma candidatura independente à CM Sintra, adversária do PSD, nas eleições autárquicas de 2013, na qualidade de deputado municipal.

 

Porém, muitos militantes do PSD apoiaram das mais variadas formas candidaturas contrárias às do seu partido – PSD –, mas não foram expulsos, a decisão de expulsão baseou-se unicamente na integração de listas aos diferentes órgãos autárquicos. 

 

Esta decisão, na altura, foi polémica, os estatutos do PSD, no artigo 9.º determinam que cessa a inscrição no Partido dos militantes que se apresentem em qualquer acto eleitoral nacional, regional ou local na qualidade de candidatos, mandatários ou apoiantes de candidatura adversária da candidatura apresentada pelo PPD/PSD.

 

Se tivesse sido aplicada à risca os estatutos do PSD, centenas de militantes do PSD teriam sido expulsos casos de: Miguel Veiga (recentemente falecido), Valente de Oliveira, Arlindo Cunha (todos apoiantes de Rui Moreira), entre outros.  Ou seja, fora os próprios candidatos, os mandatários e os subscritores das candidaturas, escaparam.

 

António Capucho gostava de regressar ao PSD com o antigo número de militante (n.º 326) eprocesso de expulsão arquivado. António Capucho nunca escondeu ter simpatia por Rui Rio, em Outubro de 2017, admitira regressar desde que o antigo autarca do Porto estivesse na liderança e com garantia de que o PSD regressasse à sua matriz social-democrata.

Agora, que Rui Rio é líder,António Capucho fez um requerimento que tinha encabeçado - em nome de 18 militantes expulsos do partido por apoiarem uma candidatura independente nas autárquicas de 2013, em Sintra ­- e no qual pedia a revogação da decisão tomada há cinco anos. 

 

O Conselho de Jurisdição indeferiu o seu pedido.É incompreensível uma decisão destas! António Capucho não é um militante qualquer, para além de fundador do PSD, era militante há 44 anos e o que pede não é nada demais. Depois os motivos que levaram à sua suspensão não têm razão de ser, o tempo deu-lhe razão. O PSD apoiou Marco Almeida em 2017 que tinha sido apoiado pelo mesmo António Capucho em 2013, que provocou a sua expulsão. Rui Rio deveria tomar uma posição a favor da sua readmissão sem condições.

 

António Capucho tem uma vasta carreira política, desempenhou vários cargos no PSD: secretário-geral, vice-presidente da Comissão Política Nacional, deputado, líder parlamentar e eurodeputado. Em funções governamentais: secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro; Ministro da Qualidade de Vida; Ministro dos Assuntos Parlamentares. Por fim, foi presidente da CM Cascais.

 

O CdP  nos seus últimos debates recebeu Mário Nogueira líder da Fenprof, António Saraiva líder da CIP , Pedro Duarte do PSD, Paula Teixeira da Cruz ex-ministra da Justiça; Jaime Nogueira Pinto politólogo e  José Ramos-Horta prémio Nobel da Paz.

 

Clube dos Pensadores 

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O Clube dos Pensadores ( CdP) festeja o seu aniversário, no dia 12 de Março, 12 anos no seu 121.º debate. Esta coincidência traz ao clube por convite de Joaquim Jorge , Pedro Duarte.
O debate realiza-se dia 12 de Março, segunda-feira, pelas 21h30 , no Hotel Holiday Inn em Gaia.
Pedro Duarte é um promissor politico, ainda jovem, em que a política portuguesa e o PSD passarão por ele. Pedro Duarte é jurista, foi líder da JSD, deputado, secretário de Estado e director da campanha das presidenciais de Marcelo Rebelo de Sousa. Pedro Duarte subscreveu, juntamente com Carlos Moedas, uma moção que propunha combater a desigualdade e que lançava para o debate a possibilidade de se avançar com uma medida não conotada com a direita tradicional: o rendimento básico universal.

Pedro Duarte não está na oposição ao novo líder Rui Rio, estando contra as metas para o resultado das legislativas em 2019. Aliás acha que seria colocar uma casca de banana no seu caminho.

Rui Rio no Congresso começou bem e acabou mal. Ao conseguir um acordo com Pedro Santana Lopes deixou a sua retaguarda desprotegida  e muitos apoiantes que lhe deram a vitória. Por outro lado, a escolha de Elina Fraga é um erro de casting e uma afronta a Paula Teixeira da Cruz que teve um excelente desempenho como Ministra da Justiça , na mudança de paradigma em que  a justiça é para todos e não só para alguns : ricos ou pobres, poderosos e influentes e comuns dos cidadãos.

O CdP reivindica o valor da conversação e do debate de ideias. Deste modo, haverá muitos motivos de interesse para se debater e confrontar ideias , com a moderação de Joaquim Jorge no 12.ºaniversário do CdP. Virá à liça da discussão o Congresso do PSD , o papel de Pedro Duarte nesta nova liderança, o novo líder Rui Rio, o afastamento de  motu proprio de Luís Montenegro , a influência de Miguel Relvas, entre outros. 

De salientar que ao longo destes anos já passaram pelo CdP, Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa, Rui Rio, Assunção Cristas, Catarina Martins , Jerónimo Sousa e tantos outros.

 Clube dos Pensadores 

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Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores ( CdP), convidou o secretário-geral da Fenprof Mário Nogueira, para estar presente no dia 11 de Dezembro, segunda-feira, pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia.

 

O Clube dos Pensadores encerra o seu ciclo de debates em 2017, abordando um tema que tem estado na ordem do dia e que tem que ver com a maioria dos portugueses : pais, alunos e professores.

 

Mário Nogueira líder da Fenprof , professor, militante do PCP abordará a educação em todas as suas vertentes. Mário Nogueira já esteve, anteriormente, no Clube em 2012, também, num momento de crispação com o antigo Ministro, Nuno Crato.

Já passaram pelo ministério muitos governantes  que mudam as regras do jogo. 
Não é possível  uma escola ser dirigida, como uma empresa, com planos meritocráticos, como muita gente sugere. Uma escola não é uma empresa é uma instituição, que lida com alunos, pais, docentes e não docentes com as suas idiossincrasias.
Não é correcto que se diga que os professores faltam muito, é um anátema que os persegue toda a vida. O problema é que se um funcionário público falta no seu local de trabalho sabem duas ou três pessoas, numa escola sabe meio mundo. Eu aconselho a quem fala mal dos professores a passar uma semana numa escola para se inteirar dos seus problemas e escassez de meios.

Será que a Educação está num processo de desumanização e mercantilização? O CdPempenhando-se em fomentar, o debate de ideias e na resolução dos problemas,endereçou um convite ao Ministro Tiago Brandão Rodrigues para estar presente no Clube , num futuro próximo.

Os professores têm inúmeros problemas: aspectos importantes da aposentação; horários de trabalho e concursos; processo de municipalização da Educação; democratização da gestão das escolas.

É importante o investimento na Educação e na  Escola Pública.

 

O CdP, este ano de 2017, diversificou os temas e os convidados para além da política.  Abordou: " Envelhecimento e Sexo" pela mão  do  médico-psiquiatra e sexólogo ,Júlio Machado Vaz. Falou de “Automobilismo” com o corredor de WTTC Tiago Monteiro. No “ 11.ºaniversário do Clube” teve representantes de todos os partidos do  Parlamento e ainda  teve direito a um vídeo de Marcelo Rebelo de Sousa que foi passado para os presentes. Fez uma incursão pelo “Futebol” com Pedro Henriques , comentador da SportTv e António Magalhães, director do Record. Recebeu o prémio Nobel da Paz José Ramos- Horta que falou de “Timor”. Paula Teixeira da Cruz, antiga Ministra da Justiça, apresentou a obra de Joaquim Jorge “Democracia mudança”. Seguiu-se Jaime Nogueira Pinto, politólogo e escritor que abordou a “Direita Portuguesa”.  

 

Joaquim Jorge

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Joaquim Jorge convidou Jaime Nogueira Pinto para estar presente no Clube dos Pensadores( CdP), dia 16 de Outubro, segunda-feira, pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia.

 tema: 2016/2017: Tempo de ruptura? Tempo de continuidade?

Jaime Nogueira Pinto é doutorado em Ciência Política ,politólogo e escritor . Assumidamente de direita ,  por esta altura , faz 11 anos , em que defendeu Salazar num programa na televisão. É um homem controverso que defende as suas convicções ideológicas sem medo.

Recentemente Jaime Nogueira Pinto teve ameaças à sua segurança e integridade física feitas por alunos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Os alunos alegaram que esta conferência estava associada a argumentos racistas, colonialistas e xenófobos e que punha em perigo a  democraticidade e inclusividade. Vai daí, a Direção da Faculdade decidiu  anular a conferência.

Foi por essa altura que o CdP mostrou disponibilidade para receber Jaime Nogueira Pinto, endereçando-lhe um convite para falar do que entendesse. Foi aceite e marcado para agora.

 O CdP sabe muito bem o que é a tentativa de boicotar debates.Isso aconteceu com Miguel Relvas em que houve uma manifestação para impedir uma reunião. Esse acontecimento foi muito mediatizado em que se ouviu cantar "Grândola Vila Morena" por manifestantes.

Mas houve outros episódios. A presença de Jerónimo de Sousa com a ameaça de bomba, em que se veio a verificar que foi um alarme falso.

Mais tarde, com a presença da Ministra Paula Teixeira da Cruz, em que houve também uma tentativa de impedir uma livre reunião.

A liberdade de expressão não pode impedir outros de se exprimirem e tornar-se uma agressão a outros valores. A liberdade de expressão não se impõe silenciando os outros. Procurar silenciar alguém com quem não se concorda e concomitantemente impedir um grupo de cidadãos de ouvir alguém que não gostamos ou detestamos.

Este tipo de boicote, não parece ser um bom princípio, porque permite, a partir daí, tudo.

O Clube dos Pensadores permite que flua o livre intercâmbio de ideias, por muito antagónicas e irreconciliáveis que pareçam. O direito de exprimir e divulgar livremente o nosso pensamento pela palavra é inalienável e inegociável.

Qualquer cidadão deve ter a garantia de não ser impedido de exercer o direito de opinar, participar, sem coerção ou qualquer tipo de constrangimento.

 

O CdP  já teve presente outras personalidades de direita como Paulo Portas, Assunção Cristas, Manuel Monteiro, Nuno Melo, entre outras.

CdP

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 Rentrée do Clube dos Pensadores    

 

Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores ( CdP), convidou Paula Teixeira da Cruz, antiga Ministra da Justiça, para estar presente na apresentação/debate do livro DEMOCRACIA mudança, que se realiza dia 18 de Setembro ( segunda-feira), pelas 21h30, no Hotel Holiday Inn em  Gaia.

 

Preocupa-me muito o sistema político português e a forma como se faz política em Portugal. Os casos de corrupção, a desresponsabilização política e o à - vontade com que os seus actores encaram esta situação, parecendo que tudo é normal e natural. Procuro fazer alguma coisa pela cidadania e dar o meu humilde contributo pensando um pouco na política e prestando-lhe alguma atenção.  Deste modo, vou apresentar  o livro, DEMOCRACIA mudança, publicado pela Quinto Império Editora. É preciso reinventar a democracia e o funcionamento dos partidos. A nossa democracia precisa de mudança.

 

O sistema político precisa de mudança:  nova lei dos partidos políticos; nova lei do financiamento dos partidos; novas leis eleitorais.

 

Luto por uma mudança de mentalidades e comportamentos e uma revolução pacífica de ideias.

 

A democracia não consiste unicamente em votar. Votar é uma condição necessária mas insuficiente para a democracia. Votar é uma maneira muito pobre de intervir.

A democracia apesar de ser o melhor modelo político enferma de defeitos, entre eles: abstenção e mau funcionamento da justiça.

 

A abstenção é um problema da nossa democracia. Culpa dos partidos que não se abrem à sociedade e não fazem as escolhas dos seus candidatos que vão de encontro ao desejo dos eleitores.

Não há democracia sem justiça. É preciso que os cidadãos interiorizem que a justiça funciona.

Vivemos num país que carece de princípios morais para condenar os infractores. A corrupção floresce graças à tolerância de pessoas que rodeiam o corrupto, pensando em beneficiar dessa situação, e de seguida, fazer os seus negócios.Mas, não posso deixar de reconhecer, desde que Paula Teixeira da Cruz foi Ministra da Justiça, houve uma mudança de paradigma. Uma separação efectiva,  entre a justiça e a política. Muitos poderosos têm que se ver com a justiça e irão a tribunal, ao ponto, que há uns anos atrás era impensável um ex-primeiro-ministro ter sido preso e arguido em vários processos.

 

Com a bravura, tenacidade,  denodo e estoicismo desta Mulher esbateu-se a ideia que há uma justiça para ricos e outra para pobres. A justiça deve ser única e deve ter como primado a igualdade de todos perante a lei.

 

 Joaquim Jorge

Biólogo, Fundador do Clube dos Pensadores 

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Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores, no dia 29 de Junho (quinta-feira), pelas 21h30 na FNAC do NorteShopping em Matosinhos, vai dar a conhecer o seu novo livro da Quinto Império Editora: “CANDIDATO que não chegou a sê-lo”.
A apresentação da obra estará a cargo de:José António Barbosa, arquitecto e presidente da concelhia do PSD Matosinhos, Ernesto Páscoa, professor universitário e presidente da concelhia do PS Matosinhos. 


Estará presente:
António Tavares, dirigente do PSD e Provedor da SCMP. Falará na qualidade de amigo pessoal de Joaquim Jorge.

O livro retrata o que se passou ao longo deste processo de candidatura, após o convite de José António Barbosa, presidente da concelhia do PSD Matosinhos . 

Contém uma carta enviada ao líder do PSD, Pedro Passos Coelho e outra a Bragança Fernandes, presidente da distrital do PSD Porto que só agora as torno públicas.

Sou um activista cívico, que pensa a democracia e se bate por projectos de cidadania, como o Clube dos Pensadores.
A vida partidária que dá acesso a candidatos rege-se por uns poucos, de um modo ensimesmado e desfasado da realidade.


Entrei neste processo depois de pensar bem, saí pensando, sem azedume e ressentimento. 
Sinto um misto de impotência e alívio, vou continuar como sempre fui: transparente, livre, independente e insubmisso.
Não sei se a minha vida de candidato e de possível eleito seria feliz? As pessoas pensam muito em cargos e mordomias. Eu não! Actualmente, sou feliz isso é o mais importante para mim.
Quem define, para onde eu vou e com quem eu vou, sou eu. Esta minha hipótese de candidatura se tiver contribuído para a abertura e evolução dos partidos, já me dou por satisfeito.

O meu maior poder é não querer nada, todavia a minha vida nunca estará sujeita a pessoas que não são mais do que eu, só porque têm um cartão de militante.
Hoje em dia , na política não há partidos nem independentes, nem direita nem esquerda, só gente aberta ou fechada, ágil ou desajeitada, educada ou grosseira, nobre ou canalha, generosa ou egoísta, profissional ou amadora, boa ou má.
Esta classificação de pessoas vai para além de ideologias, há uma classe de gente
 que preserva os seus princípios e rebelde perante as injustiças.


JJ

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