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Valentino Rossi

27.10.15

 

 Valentino Rossi o que fez não foi bonito, mas a conduta de Márquez na provocação constante , deixar passar Lorenzo e esperar por Rossi para um despique para saldar dívidas de corridas anteriores é lamentável.
Os espanhóis são peritos nesta estratégia . Fazem-no amiúde no ciclismo. Na Volta à França , assim o tentaram contra Chris Froome mas Contador não teve pernas.
A armada espanhola ( Lorenzo, Márquez e Pedrosa) contra Valentino Rossi.
Márquez conseguiu tirar o mundial a Rossi.

No desporto só se sanciona quem responde , quem provoca fica sempre ilibado.
Quando Zidane deu uma cabeçada a Materazzi, na final do Mundial 2006 depois de constantemente provocado quem ficou mal visto foi Zidane.
O que fez Márquez aliar-se a Lorenzo é anti-desportivo mas é difícil provar-se . Na Fórmula 1 é tradição quando está em jogo uma disputa por um Mundial os outros pilotos não dificultarem essa disputa.
Por outro lado, Rossi passou as marcas e o que fez com a perna é reprovável, mas não foi para deitar ao solo Márquez , mas para o avisar.
Os meninos não aceitam que Rossi seja melhor do que eles e mais completo...
 
JJ

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Cavaco Silva

23.10.15

Cavaco Silva indigitou Pedro Passos Coelho. Temos 10 dias para ver que governo vamos ter ou podemos ter?

Por outro lado , os portugueses vão estar muito atentos à ala moderada do PS, liderada pelo fantasma António José Seguro. O Joker António Costa vai tentar vencer o Batman Pedro Passos Coelho.

Vamos ver quem é o herói e quem é o vilão?

Nesta série de ficção política o PS ou se une ou rebenta.

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Sempre disse que este executivo deveria ter feito, no início do mandato, uma auditoria total à Câmara Municipal de Gaia, ou por outro lado, apoiar-se em Luís Filipe Menezes, anterior presidente, no conhecimento pormenorizado dos dossiers pendentes.

Nem fez uma coisa nem outra, deste modo, Gaia continua a ser notícia, pelas piores razões.

Deveria ter arrumado a casa, procurar resolver estes assuntos fora dos holofotes mediáticos, para o bom nome de Gaia e não procurar, passados mais de dois anos de chefia, continuar a queimar Luís Filipe Menezes em lume brando.

A Câmara de Gaia foi condenada a pagar 13,8 milhões de euros por incumprimento do acordo de cedência de terrenos usados para a construção da VL9, actual Avenida de D. João II, firmado há 13 anos.

A sentença da acção executiva do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto não é passível de recurso e finda um processo em litígio judicial há mais de 10 anos.

Ao ler as declarações deste executivo da Câmara de Gaia, as culpas são totalmente de Luís Filipe Menezes. Todavia como cidadão que procura ser isento e independente li no Facebook de Luís Filipe Menezes sobre um livro que vai publicar, em breve, um pequeno excerto em que fala dos seus vereadores. A páginas tantas, diz de Eduardo Vítor Rodrigues:

“Vítor Rodrigues – 4 anos – fez uma oposição construtiva. Razoável autarca de freguesia. Votou 4 anos favoravelmente praticamente tudo que havia para votar. Foi o maior apoiante das minhas políticas entre os candidatos à Câmara”.

Isto deixa-me a pensar! Por outro lado, vivo em Gaia há mais de 30 anos, nunca vi ou li na altura, o PS levantar-se contra a VL9 ou outro qualquer empreendimento.

Não é preciso ser nenhum prémio Nobel, nem sequer economista, para saber que as plantas crescem mais quando são regadas, do que quando se restringe a água.

Em Gaia há muita litigância e má-fé. A dívida de Gaia é algo contida e que pode ser paga. Esta sentença, mantém afastada a necessidade de recorrer ao Fundo de Apoio Municipal.

Gaia ficou fora dos rácios que obrigaram dezenas de outras câmaras a aderirem coercivamente a um resgate financeiro, apresenta uma conta de gerência de 2014 onde a dívida é das mais baixasper capita do país. Isso deve-se à gestão do actual executivo, mas verdade seja dita, já se tinha iniciado no último mandato de Luís Filipe Menezes em que havia um assinalável volume de investimento.

Todavia este executivo sabia destes assuntos pendentes: VL9, Cimpor, etc.. Mas continuou a financiar Marés Vivas, Motonáutica, incorporou a Gaianima, e ainda atribuiu um milhão de euros em subsídios a associações e clubes. Ao mesmo tempo, inaugurou o Areinho de Oliveira do Douro com uma festa sumptuosa e cara.

Pelo que me apercebo só tem inaugurado obras do anterior executivo: piscina de Pedroso; pavilhão das Pedras; viaduto do Centro Histórico e obras de Vila D’ Este.

Acho importante o que foi feito em Gaia: o saneamento; 4000 casas para os mais pobres; vias estruturantes, da costa de mar, da frente ribeirinha; dos equipamentos desportivos, do novo parque escolar; etc. Há dívida mas há obra, mas há quem tenha dívida e não tenha obra.

Apercebo-me que o actual presidente não aceita muito bem as críticas. Mas é importante estar atento e estar informado da realidade que por vezes não é dócil. Quando se assume um cargo político herda-se o que é bom, mas também o que é mau.

Por vezes, o poder torna as pessoas surdas, e de seguida, a aparição de mal-entendidos.

Mas é importante perceber que Luís Filipe Menezes is apparently still dead – but for some not dead enough [Menezes está aparentemente morto, mas não o suficiente para alguns].
 
JJ

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O Clube dos Pensadores ( CdP) no seu 98.º debate, recebeu o candidato presidencial Henrique Neto que começou por agradecer ao seu fundador Joaquim Jorge, a oportunidade de debater algumas ideias e da interacção com as pessoas. Henrique Neto deu uma aula como se deve ser um Presidente da República na sua perspectiva. O debate girou muito à volta de no futuro haver um governo da coligação (PSD/CDS) ou um governo de maioria de esquerda (PS , PCP , BE) .

Foi uma sessão animada em que os presentes uns defendiam um governo PSD/CDS e outros um governo PS , PCP e BE. Por isso foi um debate vivo e polémico. Foi um bom exercício de cidadania e como se deve comportar um Presidente da República. Em que Henrique Neto, não tomando partido, disse que as duas posições serão legítimas no quadro constitucional e daria posse a qualquer governo que tivesse uma maioria estável.

Diz que a crise que estamos a viver desde 2007/2008, tem causas objectivas e previsíveis que no seu entender, após o 25 Abril, Portugal, nunca teve uma estratégia para o futuro, não sabe para onde vai e limitou-se à cultura europeia convencendo-se que era apenas um país europeu. Nas privatizações criámos grupos económicos ineficientes. A aposta foi apenas na mobilidade interna, quando precisávamos de mobilidade externa marítima e ferroviária. O grande endividamento foi feito em obras públicas e por vários interesses a nível político e não pensadas como necessárias. Tudo isto se tornou insustentável. Defende que a solução começa por apostar numa estratégia euro-atlântica e numa logística externa.

Quanto às legislativas e a situação atual, Joaquim Jorge pergunta diretamente a Henrique Neto: “se fosse Presidente da República daria posse a um governo PS com apoio de incidência parlamentar da esquerda?” Como resposta, diz que que um Presidente da República terá que dar poder a quem tiver a maioria parlamentar, que devemos privilegiar a democracia e que não pode aceitar que a vontade de quem votou não seja válida. Não entende como é que o Presidente da República diz que “já sei o que vou fazer, mas não digo”.

Afirma que todos nós deveríamos saber as convicções de Cavaco Silva, de Pedro Passos Coelho e do António Costa e que já deveríamos saber antecipadamente o que fazer em determinadas circunstâncias. Não temos estratégia mas excesso de tática e que temos muitas conveniências pessoais e de grupos partidários em vez de conveniências nacionais. Diz também que o dever do Presidente da República é dar a conhecer todos os aspetos que afetem a vida dos portugueses apesar das limitações constitucionais. Quanto à sua candidatura até Belém, afirma que irá no “comboio até ao fim” e que só dependerá da vontade dos eleitores.

Uma sala cheia em que assistiram ao debate à volta de uma centena de pessoas e via online em directo a partir do blogue do Clube mais de cinquenta pessoas.

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Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores ( CdP), convidou Henrique Neto para estar presente, no dia 12 de Outubro, pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn, em Gaia.

Depois dos resultados das eleições legislativas, neste domingo, sobressai a importância do futuro Presidente da República, agora que não há uma maioria absoluta de nenhuma força política , exigindo um presidente mais interventivo e com um magistério de influência na construção de pontes e de acordos.

O CdP continua a procurar ouvir os possíveis candidatos presidenciais. Já ouviu Sampaio da Nóvoa e Alberto João Jardim. Por sua vez o CdP já endereçou um convite, para ter presente, Maria de Belém , respeitando o seu silêncio durante a campanha para as eleições legislativas. Tudo fará para ter presente o candidato pela coligação PSD/CDS que deverá ser Rui Rio ou Marcelo Rebelo de Sousa.

Henrique Neto apresentou a sua candidatura presidencial, a 23 de Março de 2015. Apesar de ser socialista apresenta-se como independente sem apoio do PS, é um empresário e ex-deputado do PS. Critico desde sempre de José Sócrates e mais próximo de António José Seguro do que de António Costa.

O facto de ser independente dá-lhe liberdade de criticar o sistema político em que vivemos, que enfraquece a democracia e prejudica os interesses de Portugal e dos Portugueses.
Portugal vive num regime dominado pelos partidos e não há espaço para quem não é militante dos partidos. Controlam o país a seu bel-prazer , em função dos seus interesses e dos seus privilégios. É necessário reformas do sistema político em que se devolva a democracia aos portugueses. A abstenção em actos eleitorais atinge valores superiores a 40%.

É necessário um projecto de reforma, não de ruptura. Há que reformar Portugal para que as pessoas vivam melhor e confiem mais nas instituições. Reformar a lei eleitoral, o sistema dos partidos, a despolitização da justiça , o modelo de saúde e o modelo educativo.

Portugal e os portugueses têm que estar para além dos partidos , é necessário um sistema político que olhe verdadeiramente pelos interesses dos portugueses.

JJ

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As vendas dos quatro grande marcas Volkswagen em Portugal : Audi; Volkswagen; Seat ; Skoda. Continuaram a crescer, em Portugal, em Setembro,o mês que estalou o escândalo da fraude das emissões , que foi tornado público , no dia 18 de Setembro e abriu a maior crise nesta multinacional.

Os portugueses são assim e vão morrer assim. Em vez de baixar as suas vendas , ainda por cima, subiram.Não tem emenda , a tendência para o inexplicável , para o errático. Por outro lado, querem lá saber da poluição que estes carros podem provocar. O que interessa é ter um Audi , o resto é conversa fiada. Viva ao novo-riquismo e uma vida com aparato.

Os portugueses estão associados indelevelmente à Audi, BMW e Mercedes.

JJ

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A Confederação Espanhola de Associação de Pais e Alunos (CEAPA) pediu para não haver deveres fora da escola, isto é, que os alunos não tragam para casa deveres. O célebre TPC (trabalhos para casa), que se torna um suplício para muitos alunos e pais, por falta de tempo para ajudar os seus filhos, e também, por falta de conhecimentos.

A ideia que sempre passou, que um bom professor é aquele que marca mais trabalhos para casa está completamente desfasada da realidade. Um professor pode demorar menos de um minuto a marcar deveres, aos alunos para fazer em casa, que podem demorar mais de uma hora a fazê-los.

Um bom professor é aquele que ponderadamente ensina o aluno na sala de aula e afere, na mesma sala , os seus conhecimentos.

Mandar deveres para casa, que se pode fazer na sala de aula não se compreende. O TPC provoca uma pressão enorme, conta para a avaliação no cômputo geral, e quem não o faz pode baixar a sua nota.

Os alunos desgraçadamente não param, entre ir para a escola e cumprir as suas tarefas dos deveres em casa cumprem à volta de 60 horas semanais. A sua formação escolar é importante, mas também é importante, para a sua formação e edificação da sua personalidade, ter outro tipo de actividades para além do TPC: actividade desportiva; aprender a tocar um instrumento musical; aprender uma língua que não seja dada na escola; etc.

A OCDE confirma que Espanha é um dos países onde os estudantes de 15 anos dedicam mais tempo a fazer os seus deveres. Portugal não andará muito longe deste estudo.

Eu sei que o TPC faz parte da própria lógica de aprendizagem, para aferir conhecimentos. É importante e necessário fazer deveres ou trabalhos sobre o que foi explicado na sala de aula pelo professor, fazer determinados exercícios, resolver problemas, inclusive memorizar, entre outros. Isto é, compreender e fixar é imprescindível para consolidar a aprendizagem.

Todavia, tudo isto se deveria fazer na sala de aula com a supervisão do professor que poderia tirar dúvidas e superar o que não se percebe. Um aluno com dificuldades, em que os pais não têm formação, só poderá ter ajuda com explicações. Isso implica ter posses.

Sou apologista de uma escola para todos e com possibilidade de todos conseguirem aprender.

Um bom professor é quele que se interessa pelos seus alunos, ensina bem e afere os seus conhecimentos ajudando na sala de aula. Evita marcar TPC. Nunca nos podemos esquecer que um aluno tem várias disciplinas, se cada professor marcar TPC, pode implicar horas de estudo fora da escola.

Uma coisa é a escola outra bem distinta é a casa do aluno. Por norma não se deveria marcar TPC.

Não sei como vai ser a escola depois das eleições? Mas deveria ser prioritário o combate ao insucesso e ao abandono escolar. Mas também, evitar andar constantemente a mudar as suas regras e planos de avaliação.

O mundo está em mudança e são necessárias actualizações e novas estratégias pedagógicas, mas que não sejam demasiado bruscas e desconexas.

JJ

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