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Para comemorar o 100.ºdebate, Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores (CdP) convidou Pires de Lima, ex-Ministro da Economia, como convidado de honra, para estar presente dia 30 de Novembro, pelas 21h30, no Hotel Holiday Inn em Gaia.

De igual modo, associando-se a este evento estarão presentes: António Tavares (provedor da SCMP);  Mercês Ferreira (vereadora da CM Gaia); Mário Russo (professor no IPV). E, espero a habitual massa humana  de amigos(as), conhecidos(as) e anónimos.

O Clube faz uma pausa, na presença de candidatos presidenciais, para comemorar esta data. Todavia continua a encetar diligências para ter Marcelo Rebelo de Sousa que informou Joaquim Jorge ser seu desejo estar presente, mas num dia à tarde e, não à noite como é habitual no CdP.

O CdP pugna pela liberdade de expressão sem "ses",contra o desinteresse por parte dos cidadãos na política e desconfiança nas instituições.

A democracia não se  esgota no voto e, para se intervir e ser ouvido não tem necessariamente que se ir a votos. A saída para esta crise está na política e nos políticos, mas por sua vez a política e os políticos estão em risco pelo descrédito e má imagem na opinião pública.

Somos muito pequenos e isso vê-se na política e nesta democracia. Esta coisa de um cidadão, um voto! É um logro! Um cidadão é muito mais do que um voto. 

Veja-se o que os nossos políticos estão a fazer com os votos e com os "não votos"! É lamentável, a manipulação e a traição a que estamos sujeitos, temos que deixar de ser um joguete nas mãos de quem manda.

Pires de Lima abandonou recentemente o governo de Pedro Passos Coelho, regressando à sua actividade privada. É muito importante ter pessoas no Governo que não precisam da política para nada e tem experiência e carreira  na actividade privada.

O debate não deixará de abordar o actual momento político: a saúde da economia e finanças portuguesas.

 Ao longo destes debates,  passaram pelo CdP figuras ligadas essencialmente  à política: Marcelo Rebelo de Sousa, Paula Teixeira da Cruz, Pedro Passos Coelho, António Costa ,Alberto João Jardim, Jerónimo de Sousa, Paulo Portas, Ana Drago, Maria de Belém, Francisco Louçã, Garcia Pereira, Manuel Alegre, António José Seguro, Pedro Santana Lopes, Jorge Miranda, Teixeira dos Santos, Rui Rio, entre outros. Mas também, ao  mundo empresarial: Belmiro de Azevedo, Alexandre Soares dos Santos; sindicatos: Arménio Carlos, Mário Nogueira; ciência: Sobrinho Simões; desporto: Vítor Baía; música: Pedro Abrunhosa; entre outros.

 Joaquim Jorge

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Francisco Assis

07.11.15

Francisco Assis é um homem que sabe estar, educado e culto.  Foi líder parlamentar do PS  quando José Sócrates era primeiro-ministro. Seguidamente, António Costa não quis avançar, logo, contra António José Seguro.  Francisco Assis agregou numa amálgama de gente, que não se revia em António José Seguro, mas também seus seguidores e muitos socráticos. 


Perdeu para a liderança do PS , com António José Seguro mas manteve uma postura acima de tricas, querelas e ataques pessoais. Por essa altura esteve no Clube dos Pensadores , e nem única vez teve palavras menos correctas para com António José Seguro.

Venceu as eleições europeias contra Paulo Rangel e afastou-se de António Costa, quando este assumiu a liderança apeando António  José Seguro. Esperou por esta situação intrincada  no PS e marca uma posição em que cavalga os apoiantes seguristas e toma esse espaço.

Francisco Assis faz parte da ala social-democrata do PS e tem muita mais afinidades com a ala social-democrata do PSD do que com o BE ou PCP.

Em Portugal há um eleitorado heterogéneo da classe média, e não só, que tem uma matriz social e de serviço público que abrange um eleitorado de um PSD genuíno e entra num PS até ao centro.

Isto é, há gente que é social-democrata na linha de Olof Palme ou  Helmut Schmidt que pode votar no PSD como pode votar no PS dependendo de quem esteja a liderar.

Aqui mais perto tínhamos Felipe González ou o próprio Mário Soares dos velhos tempos. Para não falar do carismático e único  Sá Carneiro.

Francisco Assis com esta tomada de posição, sobre o direito de tendência dentro do PS,  na busca de uma alternativa pode salvar o PS mas também uma ideia de social-democracia que se tinha transformado em liberalismo.

Como António Costa surpreendeu os portugueses com a sua postura também Francisco Assis também surpreendeu os portugueses com esta atitude e comportamento.

Francisco Assis é um homem de pontes e não de paredes.

JJ

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Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores (CdP) convidou Maria Belém para estar presente no dia 9 de Novembro, segunda-feira, pelas 21:30 no Hotel Holiday Inn – Gaia.

Maria de Belém que já tinha estado no CdP em 2012, como presidente do PS, está de novo, mas como candidata presidencial.

As mulheres estão na moda na política e, Maria de Belém que não tem o apoio expresso do PS, pode vir a surpreender. Se conseguir forçar Marcelo Rebelo de Sousa a uma segunda volta pode sonhar.
Um dos problemas de Maria Belém é a pulverização do voto à esquerda. O PCP tem o candidato Edgar Silva, o BE a candidata Marisa Matias e na sua área de influência disputa votos com Sampaio da Nóvoa.
O seu problema principal é Marcelo Rebelo de Sousa, um candidato muito forte que une votos no PSD e CDS e pode eventualmente ir buscar votos à esquerda, sendo eleito à primeira volta.

Maria de Belém recusa a coroação como Presidente de Marcelo Rebelo de Sousa e as eleições é que darão o veredicto final. As sondagens não a assustam e pensa com o tempo e serenidade reverter essa situação. Aliás a sua serenidade e maturidade política, tendo um vasto currículo na política e em instituições de cariz social podem ser uma ajuda preciosa para se tornar Presidente(a) da República.

O CdP ao convidar pessoas de todos os quadrantes políticos, ao longo destes anos, procura fazer ver que para além dos partidos políticos estão os portugueses e Portugal. O partido do CdP é Portugal.
O impasse político que se está a viver neste momento em que há uma forte clivagem direita/esquerda é prejudicial ao país e lembra os tempos negros depois do 25 de Abril. Todos falam em nome dos seus partidos e dos seus interesses pessoais, esquecendo-se do que é melhor para os portugueses.

O CdP continua a ouvir os diversos candidatos presidenciais. Já recebeu: Sampaio da Nóvoa; Alberto João Jardim (entretanto desistiu); Henrique Neto.
E, mantém contactos com Marcelo Rebelo de Sousa para ajustar uma data num futuro próximo. E, vai procurar ouvir outros candidatos.

Joaquim Jorge

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